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Ser mãe

>> domingo, 12 de maio de 2013

Sempre quis ser mãe... quando eu e o Sérgio
decidimos nos casar, um dos assuntos que conversamos
foi sobre filhos: quantos ter, quando?
Bom, chegamos ao consenso de que
teríamos uma família com quatro filhos.
Quatro filhos???? Mas.... os dias atuais estão difíceis...
...como vocês irão conseguir sustentá-los????
Essas perguntas se tornaram comuns à medida
que a nossa família ia aumentando....
Os nossos três primeiros filhos - Elisa, Natália e Tiago -
nasceram com diferença de dois anos... 
...aí, vivenciamos a triste experiência de perder 
o nosso quatro filho no quatro mês de gestação...
o pequeno João, nosso "quinto" filho, completou 
a nossa família com distância de 10, 8 e 6 anos dos irmãos.
Parafraseando Vinícius de Moraes e tendo
a ousadia de discordar dele:
"filhos... filhos? Melhor tê-los.
Pois somente podemos entender 
o que é o amor a partir deles."
São noites mal dormidas, cansaço pelo
corre-corre diário, mas tudo isso se torna mínimo
diante do sorrisinho daquela "coisinha" minúscula ao amanhecer.
Como é gratificante ver o nosso amor encarnado:
aprendendo a andar, caindo e levantando,
vivendo enfim... presenciamos o milagre da vida...
Nesse trabalho de formação de um ser humano, de um cidadão,
de um filho... nossas mãos de pai e mãe se juntam às
dos muitos que acreditam que vale a pena acreditar
nesse trabalho que não dá férias nem concede descanso:
a educação com valores.
E sabemos que nesse processo poderão haver paredes frágeis,
cálculos malfeitos, rachaduras. Mas também se abrirão
janelas para a paisagem e varandas para o sol.
Os filhos, de certa forma, nos ensinam a ser 
corajosos e "gritar" pelo nosso espaço.
Ser sujeito ativo na educação de um filho é uma missão.
Eu e o Sérgio escolhemos constituir uma família com 4 filhos.
A casa se alegra e está sempre cheia.
Além disso, tendo irmãos, qualquer criança num 
ambiente sensato, está sendo preparado para compartilhar,
respeitar o outro e afirmar-se sem querer destruir esse outro.
E, é claro, que nos deparamos com dificuldades normais
do dia-a-da, mas o amor que nos une e a alegria que
perpassa as nossas vidas nos fazem acreditar
que vale a pena continuar a caminhada.
Para finalizar, compartilho com vocês um texto da
Lya Luft pelo qual sou apaixonada... e que fala sobre filhos:
"Nosso legado real aos filhos não é a casa,
não é a conta bancária, não é nem mesmo o estudo,
como diziam nosso avós. O verdadeiro tesouro
do qual eles vão se alimentar (ou terão de se libertar)
é o recado que lhes passamos diariamente.
Não está em palavras escolhidas para momentos especiais.
Não consiste em noites de Natal e festas de aniversário,
não está na hora do sermão ou do elogio.
Amor em família é uma arte, um malabarismo,
por vezes um heroísmo. Essencial como o ar que respiramos.
Preparar alguém para viver não se faz com frases, mas convivendo.
Preparar alguém para futuros relacionamentos,
para ter um dia uma profissão, uma família, sua vida,
se faz sendo humano, sendo terno, sendo generoso,
sendo firme, sendo ético. Sendo gente."
Feliz Dia das Mães!!!

1 comentários:

Elô Bueno 13 de junho de 2013 15:49  

Oi, Pat! Olha eu de novo em mais uma postagem tua!
É o Sérgio mesmo o teu marido! Que legal!!! Adorei conhecer a família de vocês! Eu também me casei e tenho 4 filhos! Porém saí de Bsb há muitos anos e eles não nasceram por aí!
Acho muito legal poder relembrar de pessoas que conheci há tanto tempo e que fizeram parte da minha vida, como foi agora!
O Sérgio, naquela época, tinha o apelido de Cínico....kkkkkkk...e tinha o irmão dele, que era o "Conde" (Henrique, né?)
Se vc não estiver lembrando de mim, sou do Blog Pedaço de Amor!
Um beijo e vamos manter contato!

Elô

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